Novo cliente

Embraer fecha venda do C-390 ao Uzbequistão e avança na Ásia Central (EMBJ3)

País se torna o primeiro da região a operar o cargueiro militar C-390 Millennium.

Embraer EMBR3 perde grau de investimento. Entenda
Embraer EMBR3 perde grau de investimento. Entenda
  • Embraer (EMBJ3) confirma venda do C-390 ao Uzbequistão
  • País será o primeiro da Ásia Central a operar a aeronave
  • Negócio reforça estratégia de expansão internacional da divisão de defesa

A Embraer (EMBJ3) anunciou que o Uzbequistão é o cliente por trás de um pedido anteriormente não divulgado do avião de transporte militar C-390 Millennium. Com isso, o país se torna o primeiro da Ásia Central a operar a aeronave.

Além disso, o acordo reforça a estratégia da companhia de expandir as vendas internacionais do C-390, um dos principais focos da divisão de defesa e segurança nos últimos anos.

Expansão internacional do programa

A Embraer tem priorizado a internacionalização do C-390 como vetor de crescimento. Assim, a venda ao Uzbequistão amplia a presença do modelo em novos mercados.

Atualmente, o C-390 já foi selecionado por Brasil, Portugal, Hungria, Coreia do Sul, Holanda, Áustria, República Tcheca, Suécia, Eslováquia e Lituânia. Dessa forma, a frota global segue em expansão.

Nesse contexto, a entrada em um novo bloco geográfico fortalece a credibilidade operacional e comercial da aeronave.

Uso militar e humanitário

Segundo a Embraer, a Força Aérea do Uzbequistão utilizará o C-390 principalmente em missões de transporte logístico. Além disso, o jato também será empregado em operações humanitárias.

O modelo se destaca pela versatilidade operacional, capacidade de carga e alcance. Por isso, atende tanto missões militares quanto civis.

Assim, o perfil de uso no Uzbequistão reforça o posicionamento multifuncional da aeronave.

Defesa ganha relevância na Embraer

A divisão de defesa tem ganhado peso estratégico dentro da Embraer. Ao mesmo tempo, contratos internacionais ajudam a diluir riscos e ampliar margens.

Além disso, a venda do C-390 contribui para a previsibilidade de receitas no segmento. Portanto, o programa segue como pilar relevante do portfólio.

Por ora, a empresa não divulgou valores financeiros nem quantidade de aeronaves envolvidas no acordo.

Luiz Fernando

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.

Graduado pela UFOP; Atua como redator realizando a cobertura sobre política, economia, empresas e investimentos.