
- PRIO (PRIO3) registrou queda de 5% na produção em maio
- Paralisações temporárias em Frade e Wahoo pressionaram o resultado
- Retomada operacional pode impulsionar a produção nos próximos meses
A PRIO (PRIO3) registrou produção média de 164,8 mil barris de óleo equivalente por dia (boepd) em maio, resultado que representou uma queda de 5% em relação a abril. Apesar disso, os impactos vieram principalmente de eventos operacionais temporários.
Ao mesmo tempo, o mercado acompanha a retomada gradual de ativos importantes da companhia. Por isso, a expectativa é de recuperação da produção já ao longo de junho.
O que pressionou a produção da PRIO?
A PRIO (PRIO3) sofreu impacto principalmente no Cluster Valente, formado pelos campos de Frade e Wahoo. A substituição de equipamentos e paralisações programadas reduziram temporariamente a produção durante o mês.
Além disso, o Cluster Bravo também registrou menor volume após problemas operacionais em um dos poços. Entretanto, a companhia já concluiu os reparos e retomou a produção.
Enquanto isso, em Albacora Leste, uma ocorrência pontual também afetou parte da operação. Contudo, a expectativa da empresa é normalizar o ativo ainda neste mês.
Campo de Peregrino traz sinal positivo
Por outro lado, o campo de Peregrino apresentou crescimento na produção e ajudou a compensar parte das perdas observadas nos demais ativos.
Além disso, a entrada em operação do poço A-15 reforçou o potencial de incremento de produção para os próximos meses, fortalecendo a capacidade operacional da companhia.
Dessa forma, apesar do recuo registrado em maio, o mercado tende a concentrar atenção na recuperação operacional e na evolução da produção ao longo do segundo semestre.