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Nasdaq sobe impulsionado por avanço da IA; S&P500 atinge novo recorde

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Nasdaq destaca-se com alta de ações de IA, enquanto S&P500 alcança novo recorde de fechamento; Dow Jones tem leve queda.

O Nasdaq liderou os ganhos em Wall Street, impulsionado pelo avanço das ações relacionadas à inteligência artificial, alcançando uma máxima intraday acima dos 16 mil pontos pela primeira vez desde novembro de 2021.

As notícias sobre a expansão da produção de chips para IA impulsionaram os papéis da Nvidia. Enquanto isso, o S&P500 renovou seu recorde de fechamento, impulsionado por outros setores do mercado.

No entanto, o Dow Jones registrou uma leve queda. Na semana, os índices apresentaram desempenhos mistos, com o Dow Jones e o S&P500 subindo e o Nasdaq registrando forte alta.

Avanço das ações de inteligência artificial impulsiona Nasdaq, enquanto S&P500 atinge novo patamar histórico

O mercado acionário dos Estados Unidos apresentou movimentos distintos nesta sexta-feira, com o Nasdaq destacando-se com uma alta expressiva impulsionada pelo avanço das empresas ligadas à inteligência artificial. O índice atingiu uma marca significativa ao ultrapassar os 16 mil pontos na máxima intraday, o que não ocorria desde novembro de 2021.

Esse desempenho foi impulsionado, em grande parte, pelas notícias relacionadas aos planos de abertura de uma nova unidade voltada para a produção de chips customizados destinados ao uso em IA. As ações da Nvidia, uma das empresas líderes nesse setor, registraram um aumento de 3,58%.

Enquanto isso, o S&P500 não ficou para trás, renovando mais uma vez seu recorde de fechamento, impulsionado por outros setores do mercado. No entanto, o Dow Jones teve uma leve queda, encerrando o dia em território negativo. Na semana, os índices apresentaram desempenhos mistos, com o Dow Jones e o S&P500 registrando ganhos modestos, enquanto o Nasdaq teve uma alta significativa de 2,31%.

Além dos movimentos nos índices de ações, os retornos dos Treasuries também avançaram, com os juros dos títulos de longo prazo registrando aumento. Esse cenário reflete a dinâmica do mercado financeiro, influenciada por uma série de fatores, incluindo desenvolvimentos tecnológicos e expectativas macroeconômicas.

Revisão do CPI nos EUA e acordo político interno no Brasil influenciam mercado financeiro, levando o dólar a recuar

O mercado financeiro passou por uma reviravolta, conforme o dólar, que havia testado a marca dos R$ 5,00, reverteu seu curso, fechando em baixa em relação ao real.

Esse movimento veio na esteira da revisão do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) nos Estados Unidos, que não trouxe surpresas significativas, mantendo as expectativas em torno do Federal Reserve (Fed) e seu possível ciclo de corte de juros a partir de maio ou junho.

No cenário doméstico, o mercado reagiu positivamente à notícia de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados, resolveram suas diferenças, estabelecendo Rui Costa como interlocutor entre o Planalto e a Câmara, o que acalmou investidores.

Operadores também observaram uma movimentação incomum no mercado à vista, com antecipação de vendas de dólar, atribuída à expectativa de liquidação da captação de US$ 700 milhões da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) no início da próxima semana.

O dólar à vista fechou em queda de 0,67%, cotado a R$ 4,9613, com oscilações entre R$ 4,9513 e R$ 4,9896 ao longo do dia, enquanto a semana terminou com uma redução de 0,14% no valor da moeda.

No mercado internacional, o índice DXY recuou 0,06%, registrando 104,101 pontos, enquanto o euro teve uma leve alta de 0,03%, atingindo US$ 1,0780, e a libra ganhou 0,07%, alcançando US$ 1,2626. O acordo político interno e os dados econômicos externos foram determinantes para o desempenho do mercado financeiro neste dia.

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