Sem grandes surpresas?
Renner (LREN3), C&A (CEAB3) e Riachuelo (RIAA3): quem deve brilhar no 1T do varejo de vestuário?
Setor inicia temporada de balanços com crescimento moderado, margens sob pressão e foco em revisões de lucro após resultados.
Sem grandes surpresas?
Setor inicia temporada de balanços com crescimento moderado, margens sob pressão e foco em revisões de lucro após resultados.
Começando bem
Nova holding de saúde do Bradesco avança na Bolsa com resultado forte no 1T26, mas analistas ainda divergem sobre valuation.
Valorizando
Resultado do 1T26 supera expectativas, impulsionado por volumes e preços no Brasil, e leva ação a forte alta na Bolsa.
Médio prazo positivo
Queda mais lenta dos juros adia reprecificação dos fundos imobiliários, mas cenário ainda mantém fundamentos considerados sólidos.
Exposição ao exterior
Especialistas veem janela favorável para diversificação internacional, mas alertam que timing de câmbio não deve guiar decisão.
Recuperação cíclica
Setor ainda sofre com juros altos e volatilidade externa, mas casas veem espaço de recuperação com queda da Selic e retomada do crescimento.
Alta expectativa
Bancão deve manter rentabilidade elevada mesmo com crédito mais pressionado e sazonalidade no trimestre.
Retração no lucro
Resseguradora melhora eficiência operacional, mas lucro recua mesmo com avanço de prêmios emitidos.
Risco de desaceleração
Resultado do 1T26 surpreende positivamente, porém analistas veem pressão no crescimento dos seguros ao longo do ano.
Câmbio recuando
Divisa cai mais de 1% com fluxo para risco e expectativa de cortes de juros ainda no radar do BC.