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Preço do arroz sobe e se aproxima de recorde

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O presidente Lula disse na semana passada que as chuvas irão atrasar a colheita de arroz, o que significa que o país deverá importar arroz e feijão.

O clima não está abalando somente o Rio Grande do Sul, o Brasil num todo está sendo prejudicado. O mercado de arroz segue com preços elevados e chega perto do nível mais alto em 15 anos, após longo período de calmaria.

De acordo com informações, o mercado e estoques já estavam prejudicados após restrições de exportações da Índia e por preocupações sobre o clima seco provocado pelo El Ninõ e agora, as catástrofes no RS, gera ainda mais preocupações.

“As inundações coincidiram com a colheira de arroz do Brasil, uma parte da qual não havia sido concluída. Isso gera preocupações significativas sobre o volume da produção doméstica e o eventual excedente exportável,” disse Charles Hart, analista de commodities da unidade BMI da Fitch Solutions.

Os preços do arroz branco tailandês 5% quebrado, teve um aumento de U$S 71 desde o início do mês de Abril, chegando a US$ 649 por tonelada. A nova alta de custos pode aumentar as pressões inflacionárias e elavar as contas de importação para compradores.

O presidente Lula informou na semana passada que as chuvas irão atrasar a colheita de arroz no Rio Grande do Sul, o que significa que o país deverá importar arroz e feijão.

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Hoje, o Brasil é o nono maior exportador de arroz do mundo.

Tarifa de importação é zerada para garantir abastecimento de arroz

Três tipos de arroz deixarão de pagar Imposto de Importação para entrar no país. Em reunião extraordinária, o Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) zerou na segunda-feira (20) as tarifas para dois tipos não parbolizados e um tipo polido/brunido do grão.

A medida tem como objetivo garantir o abastecimento de arroz após as enchentes no Rio Grande do Sul. O estado responde por 70% da oferta nacional do produto.

Para zerar as tarifas, os três tipos de arroz foram incluídos na Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum (Letec) do Mercosul. A medida, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), foi pedida pelo Ministério da Agricultura e Pecuária e pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A resolução do Gecex/Camex será publicada no Diário Oficial da União até a próxima quinta-feira (23). A medida vale até 31 de dezembro. A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Mdic vai monitorar a situação para reavaliar o período de vigência, caso necessário.

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