
- Fazenda e CVM discutem regras para mercados preditivos no Brasil
- Plataformas como Kalshi e Polymarket já operam contratos ligados ao país
- Bets pedem que atividade seja regulada como apostas
O Ministério da Fazenda iniciou discussões com a CVM para avaliar uma possível regulamentação do mercado preditivo no Brasil.
Esse modelo permite que usuários apostem em resultados futuros, como eleições, juros ou eventos esportivos, em contratos de “sim ou não”. Hoje, o país ainda não possui regras específicas para esse tipo de plataforma.
Mercado já opera sem regulamentação
Mesmo sem regulação, plataformas como Kalshi e Polymarket já oferecem contratos relacionados ao Brasil.
Esses mercados funcionam de forma semelhante a uma bolsa de apostas, onde o retorno depende da oferta e demanda sobre o resultado de eventos.
Assim, o governo avalia possíveis interfaces regulatórias entre apostas e mercado financeiro.
Debate envolve bets e risco regulatório
Empresas do setor de apostas esportivas (bets) defendem que o mercado preditivo seja enquadrado como modalidade de aposta.
O argumento é que a dinâmica de contratos de eventos pode gerar retorno financeiro baseado em resultados esportivos ou políticos.
Por isso, o governo aguarda análises técnicas antes de definir o modelo de regulação.