
- Petrobras (PETR4) tem acordos de Sururu e Berbigão aprovados pela ANP e efetivados em maio de 2026
- Campos na Bacia de Santos operam desde 2019 com o navio-plataforma P-68 e capacidade de 150 mil barris/dia
- Individualização da produção reforça governança, segurança regulatória e organização dos ativos do pré-sal
A Petrobras (PETR4) recebeu da ANP a aprovação dos acordos de individualização da produção (AIP) das jazidas Sururu e Berbigão, na Bacia de Santos. Assim, os acordos passaram a valer a partir de 1º de maio de 2026, conforme comunicado da estatal.
Os campos já operam desde 2019 com apoio do navio-plataforma P-68, que possui capacidade de produção de 150 mil barris de petróleo por dia. Dessa forma, a decisão apenas formaliza a estrutura operacional existente.
Regularização reforça governança de ativos no pré-sal
A individualização da produção organiza a divisão de receitas e responsabilidades entre os blocos compartilhados. Além disso, o processo garante maior clareza regulatória para os ativos da Bacia de Santos.
Assim, a medida reduz incertezas operacionais e fortalece a gestão do campo. Ao mesmo tempo, mantém a continuidade da produção já em andamento.
A aprovação também reforça a padronização de contratos no pré-sal brasileiro. Dessa forma, o setor avança em segurança jurídica e eficiência regulatória.
Campos Sururu e Berbigão seguem como ativos relevantes da Petrobras
Os dois campos seguem entre os ativos relevantes da produção offshore da companhia. Além disso, operam com suporte de uma das plataformas mais produtivas da região.
A produção contínua desde 2019 garante estabilidade operacional. Assim, a Petrobras mantém foco em eficiência e otimização do pré-sal.
A decisão da ANP consolida o ambiente regulatório desses ativos. Dessa forma, o mercado acompanha a evolução da produção na Bacia de Santos.