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Analistas projetam inflação em 3,73% para 2024

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  • Revisão da Inflação para 2024: Analistas elevam a previsão para o IPCA de 2024 de 3,71% para 3,73%, ainda dentro da meta estabelecida pelo CMN, que é de 3% com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual (1,5% a 4,5%).
  • Projeção Mensal de Inflação:
    • Abril: Expectativa de alta de 0,3%, indicando aumento comparado a março (0,16%).
    • Maio e Junho: Projeções de alta de 0,25% e 0,17%, respectivamente, apontam para desaceleração subsequente.
  • Preços Administrados: Previsão para 2024 cai para aumento de 4,03%, uma redução de 0,5 ponto percentual em relação à estimativa anterior.
  • Estabilidade em Longo Prazo:
    • Inflação projetada para 2024 ajustada levemente para 3,6%.
    • Projeções para 2026 e 2027 mantidas em 3,5%.
  • Câmbio e Taxa de Juros:
    • Dólar: Projeção para o final do ano ajustada de R$ 4,95 para R$ 4,97, com previsões futuras indicando estabilidade a R$ 5,00, com pequenas elevações até 2027.
    • Selic: Previsão para o final de 2024 revisada de 9% para 9,13%, com projeções mantidas em 8,5% para os anos subsequentes.
  • Implicações para Políticas Econômicas: Ajustes indicam expectativa de políticas monetárias mais restritivas para controlar inflação, refletindo reações a dinâmicas de mercado e pressões inflacionárias.
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Analistas do mercado financeiro revisaram para cima as projeções para a inflação de 2024. Segundo os dados mais recentes divulgados pelo Banco Central nesta terça-feira, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar o ano em 3,73%, um ligeiro aumento em relação à previsão anterior de 3,71%.

A nova estimativa ainda situa a inflação dentro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3% com uma margem de tolerância de até 1,5 ponto percentual, variando entre 1,5% e 4,5%.

Para o mês de abril, os analistas esperam que o IPCA registre uma alta de 0,3%, indicando um reforço inflacionário comparado ao avanço de 0,16% registrado em março. As previsões apontam para uma desaceleração nos meses subsequentes, com elevações de 0,25% em maio e 0,17% em junho.

Em relação aos preços administrados, que incluem custos de combustíveis, planos de saúde e tarifas de energia elétrica, a expectativa para este ano recuou para uma alta de 4,03%, marcando uma redução de 0,5 ponto percentual em comparação à estimativa da semana passada.

As expectativas de inflação para os próximos anos também sofreram ajustes. Para 2024, a projeção subiu de 3,56% para 3,6%, enquanto para 2026 e 2027, permanece estável em 3,5%.

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Além da inflação, as expectativas para o câmbio e a taxa básica de juros, a Selic, também mostraram tendência de alta. O mercado financeiro revisou a projeção para o câmbio do dólar de R$ 4,95 para R$ 4,97 até o final deste ano, mantendo a previsão de R$ 5,00 para os próximos anos, com pequenas elevações previstas para 2026 e 2027.

Quanto à Selic, as projeções anteriores que indicavam uma taxa de 9% ao final de 2024 foram ajustadas para 9,13%. As estimativas para 2025 e os anos seguintes se mantêm em 8,5%.

Essas revisões refletem uma reação dos analistas às recentes dinâmicas do mercado e indicam uma perspectiva de política monetária mais restritiva para enfrentar as pressões inflacionárias. A atualização dessas expectativas é essencial para investidores e decisores políticos, orientando suas estratégias em resposta às condições econômicas tanto domésticas quanto globais.


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