Pressões globais
Cotação do ouro supera US$ 3.500 e renova máxima histórica
Alta do ouro, queda das bolsas europeias e movimentos cambiais refletem o nervosismo dos investidores diante das pressões sobre o Fed.
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Pressões globais
Alta do ouro, queda das bolsas europeias e movimentos cambiais refletem o nervosismo dos investidores diante das pressões sobre o Fed.
Oscilações
Com alta de 1,04%, índice encerra a semana positiva, enquanto setores de commodities, bancos e varejo apresentam oscilações mistas.
Instabilidade
Índice opera entre perdas e ganhos nesta quinta, com dólar subindo a R$ 5,87 e juros futuros em alta e ações de Petrobras.
Incertezas tarifárias
Moeda norte-americana sobe frente ao real impulsionada por incertezas sobre tarifas de Trump e escalada entre EUA e China.
Abaixo das expectativas
Produção fraca da mineradora pressiona o índice, enquanto Petrobras devolve ganhos e mercado monitora juros futuros e indicadores.
Incertezas e expectativas
Alta nas vendas do varejo americano e expectativa por fala de Powell sustentam dólar, enquanto investidores avaliam cenário instável.
Desempenho fraco
Tensões com China e desempenho fraco da indústria americana pressionam mercados, enquanto investidores reavaliam riscos.
Dia instável
Mercado vive dia morno com volatilidade alta e influência do cenário externo, os bancos seguram índice, enquanto Petrobras e Vale pressionam.
Tensão positiva?
A valorização da Embraer após o veto chinês à Boeing evidencia como tensões geopolíticas podem reposicionar empresas brasileiras no cenário global.
Alta moderada
Índice opera em alta moderada na manhã desta terça-feira, com destaques positivos para grandes bancos e empresas do setor aéreo.