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Dívida bruta do Brasil deve atingir 90% do PIB até 2032, prevê mercado

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O mercado financeiro projeta que a dívida bruta do Brasil crescerá até 2032, alcançando 90% do PIB.

Após a apresentação do novo arcabouço fiscal, o mercado financeiro prevê que a dívida bruta do Brasil continuará a crescer até 2032, atingindo 90% do PIB.

Essa previsão está baseada na mediana das 73 estimativas coletadas em um questionário enviado pelo Banco Central antes da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).

As projeções do mercado contrastam com as do governo, que prevê a estabilização da dívida até o fim do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2026.

Previsões do mercado divergem das expectativas do governo

O mercado financeiro antecipa que a dívida bruta do Brasil continuará em um caminho ascendente até 2032, quando deverá alcançar 90% do Produto Interno Bruto (PIB).

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Essa projeção, baseada na mediana das 73 estimativas coletadas pelo Banco Central (BC) em um questionário enviado antes da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), contrasta com a visão do governo.

De acordo com o governo, a dívida deve se estabilizar até o final do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2026.

As previsões governamentais, divulgadas no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2024, apontam que a dívida bruta terminaria 2026 em 79,3%, um aumento em relação aos 72,9% projetados para 2022.

Entretanto, o questionário pré-Copom mostra uma ligeira melhora na estimativa da dívida bruta para 2024, passando de 81,1% para 80,5% entre as pesquisas realizadas em março e maio.

A maioria dos participantes considerou que não houve mudanças significativas na situação fiscal durante esse período. Porém, 26% dos analistas consultados consideraram que a situação piorou, enquanto 28% acreditam que houve melhora.

Com essas projeções e avaliações em mãos, o Copom afirmou em sua última ata que a probabilidade de cenários mais extremos para a trajetória da dívida pública diminuiu.

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No entanto, também observou que “não houve mudança relevante nas projeções de inflação, uma vez que as expectativas não se alteraram de forma significativa. Tal comportamento reforça o entendimento de que não há relação mecânica entre a política monetária e o arcabouço fiscal”.


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