Desvalorização
Vale e tombo da Azul afundam Ibovespa, mas Gol e varejistas surpreendem
Setores de mineração, petróleo e siderurgia puxaram o índice para baixo, enquanto apostas em recuperação judicial.
Desvalorização
Setores de mineração, petróleo e siderurgia puxaram o índice para baixo, enquanto apostas em recuperação judicial.
Tensões fiscais
Índice brasileiro recua quase 1% em meio à disparada do dólar, avanço da volatilidade e forte queda de ações como Vale e Petrobras.
Pressão do mercado
Enquanto Vale se apoia no minério e Petrobras sofre com petróleo em baixa, investidores enfrentam um cenário morno e incerto.
Mesmo com índice renovando máximas, investidores punem ações ligadas ao consumo e à energia, incerteza com IOF e dados dos EUA.
Perdas concentradas
Apesar da reação positiva de frigoríficos, varejistas e Brava Energia, o Ibovespa recuou com força puxado por quedas em gigantes.
Sob outra categoria
Bolsa exclui ações da companhia aérea, que acionou o Capítulo 11; voos e serviços seguem ativos durante reestruturação.
Projeções
Casa de análise projeta ciclo de valorização da renda variável brasileira com retomada dos fundos locais e fim do excepcionalismo americano
Terreno escorregadio
Com cenário instável e dólar rompendo R$ 5,68, mercado financeiro amanhece tenso, ações da Azul (AZUL4) afundam, e Ibovespa perde fôlego.
Avanço limitado
Índice se mantém firme com apoio de bancos, varejo e siderúrgicas, mas perde fôlego diante da queda da Vale.
Líder do Ibovespa
Em dez anos, papéis da empresa acumularam mais de 7.300% de valorização, superando todas as ações do índice