Setor bancário
Bancos disparam no radar do UBS BB após sinal forte de juros menores; três viram favoritos
Redução do custo de capital e maior apetite ao risco colocam grandes bancos em vantagem imediata.
Setor bancário
Redução do custo de capital e maior apetite ao risco colocam grandes bancos em vantagem imediata.
Crise fiscal
Alta explosiva dos gastos no governo Lula faz a dívida pública disparar para níveis próximos de 92% do PIB em 2025; economistas e FMI alertam que, sem cortes profundos, o Brasil pode chegar ao “ponto inviável” de não conseguir mais pagar suas contas.
Resultados recuaram
Lucros de tesouraria de BBAS3, ITUB4, BBDC4 e SANB11 derretem com o juro em 15% ao ano e ampliam o custo das carteiras de crédito.
Cenário econômico
Mercado revisa projeções e aponta alívio inflacionário, mas mantém atenção sobre a rota da Selic nos próximos anos.
Política fiscal
Após críticas do ministro Fernando Haddad sobre espaço para cortar juros, Gabriel Galípolo reafirma que o Banco Central seguirá guiado por dados econômicos, e não por pressões políticas.
Obstáculos
Roberto Secemski vê pressão de medidas expansionistas e prevê apenas 2,25 pontos de corte na Selic em 2026.
Panorama econômico
Boletim Focus mostra que inflação parou de cair, juros seguem em 15% e dólar se mantém em R$ 5,41, reforçando cenário de incerteza para 2025.
Dinheiro seguro
Mercado já projeta o início de um ciclo de cortes em 2026 e força investidores a revisar estratégias em títulos públicos e privados.
Corte de juros
Mercado aposta que a Selic de 15% pode começar a cair no primeiro trimestre, mas analistas alertam que o Banco Central deve manter o tom cauteloso.
Estratégias
Com a taxa básica mantida no maior nível em quase duas décadas, fundos de renda fixa ganham força como refúgio seguro e rentável para investidores cautelosos.