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Ações CSN sobem 9,49% e são destaque no Ibovespa hoje

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Ações da CSN têm maior valorização do dia, impulsionadas por estímulos na China e recomendação de compra do BofA.

No pregão mais recente, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) brilhou no mercado financeiro, registrando a maior valorização do dia no Ibovespa. As ações da CSN (#CSNA3) avançaram impressionantes 9,49%, atingindo o valor de R$ 16,27 por ação. Essa ascensão notável foi impulsionada por duas importantes razões. Primeiramente, a notícia de novos estímulos do governo chinês para o setor imobiliário gerou otimismo entre os investidores. Além disso, o Bank of America (BofA) aumentou sua recomendação para a compra das ações da CSN, o que contribuiu ainda mais para seu desempenho positivo.

Outros destaques positivos do dia incluíram a Metalúrgica Gerdau (#CMIN3), que também recebeu uma recomendação de compra do BofA e subiu 3,79% para R$ 7,12, e a Vale (#VALE3), que apresentou um ganho de 2,45%, atingindo R$ 76,06, após uma recomendação similar.

Por outro lado, algumas ações enfrentaram perdas significativas no Ibovespa. As recomendações neutras do BofA afetaram negativamente os desempenhos da Gerdau (#GGBR4), com queda de 4,33% para R$ 23,00, e da Gerdau Metalúrgica (#GOAU4), com uma redução de 4,62% para R$ 10,74. Além disso, a Cemig (#CMIG4) caiu 2,84% para R$ 12,99, também figurando entre as maiores perdas.

Em meio a esses movimentos, outros ativos como #RAIZ4 (+5,60%; R$ 3,77) e #RADL3 (+4,57%; R$ 28,60) apresentaram desempenhos positivos. Os principais bancos encerraram majoritariamente no território positivo, enquanto a Petrobras (#PETR3) registrou uma pequena queda de -0,33%, e #PETR4 apresentou um leve ganho de +0,08%. Rumores sobre uma possível troca na presidência da estatal Petrobras podem ter influenciado esses movimentos.

Fora do Ibovespa, a empresa #SHOW3 enfrentou a maior baixa do mercado, com uma queda de 9,65% para R$ 2,06, devido a uma série de problemas envolvendo a organização de apresentações da cantora Taylor Swift no país e uma trágica morte de uma fã. Esses eventos impactaram negativamente o desempenho das ações da empresa no mercado.

Mercado cambial reage à expectativa de manutenção das taxas de juros nos EUA e leilão de Treasuries

Nesta segunda-feira, o mercado cambial registrou uma queda significativa do dólar em relação ao real, com a moeda norte-americana alcançando o patamar de R$ 4,85. Esse movimento foi impulsionado por uma sessão de apetite por ativos de risco em escala global. Tanto o cenário doméstico quanto o internacional se mostraram relativamente calmos, porém, investidores demonstraram disposição para comprar ativos de maior risco, enquanto reduziam suas posições defensivas.

A confiança dos mercados permaneceu inalterada em relação à semana anterior, com a maioria dos analistas acreditando que o Federal Reserve dos Estados Unidos (Fed) não aumentará as taxas de juros ainda este ano. Essa perspectiva se baseia em dados econômicos mais fracos de emprego nos EUA e sinais de desaceleração da inflação.

Um evento que contribuiu para a queda do dólar foi um leilão de Treasuries de 20 anos, que registrou uma demanda significativamente acima da média, resultando em taxas mais baixas do que as observadas em operações recentes. Esse desenvolvimento fortaleceu a tendência de enfraquecimento da moeda americana.

As declarações do presidente do Fed de Richmond, Thomas Barkin, não tiveram impacto significativo na trajetória do dólar. Barkin afirmou que a “inflação americana parece estar baixando, mas o trabalho ainda não está feito” e alertou que, se a inflação aumentar, será necessário adotar medidas adicionais de aumento das taxas de juros.

Por outro lado, a libra esterlina ganhou força durante a tarde devido às declarações do presidente do Banco da Inglaterra, Andrew Bailey, que mencionou ser “cedo demais para declarar vitória contra a inflação” e “pensar em cortes de juros” no Reino Unido.

O dólar à vista fechou em baixa de 1,10%, a R$ 4,8517, enquanto o dólar futuro para dezembro apresentou queda de 1,18%, cotado a R$ 4,8565. No cenário internacional, o índice DXY recuou 0,45%, para 103,448 pontos, enquanto o euro e a libra registraram ganhos em relação ao dólar.

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