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Petróleo impulsiona ganhos; Casas Bahia lidera baixas

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Papéis de petrolíferas sobem com alta do petróleo, enquanto Casas Bahia lidera perdas no mercado de ações.

O mercado de ações brasileiro teve um dia de negociações divergentes, com um forte contraste entre as ações das empresas petrolíferas e as varejistas, com destaque para a varejista Casas Bahia. As ações de petrolíferas brilharam nesta segunda-feira, impulsionadas pela alta no preço do petróleo.

No topo da lista de ganhos, a ação #PRIO3 teve um desempenho notável, registrando um aumento de 8,78%, atingindo o valor de R$ 48,45 por ação. Ela foi seguida de perto por #RECV3, que avançou 8,70% a R$ 20,98, e #RRRP3, com um sólido ganho de 6,01% a R$ 30,16. Além disso, as ações de #PETR4 e #PETR3 também apresentaram um desempenho positivo, com aumentos de 4,30% e 4,10%, respectivamente.

Outra empresa que se destacou no cenário positivo foi a varejista #MGLU3, que viu suas ações subirem 4,49%. Esse aumento foi atribuído tanto a um movimento de correção após quedas recentes quanto ao lançamento de um seguro saúde em parceria com a BNP Paribas Cardif, o que atraiu investidores.

Por outro lado, as ações da Casas Bahia (#BHIA3) lideraram as perdas, registrando um declínio significativo de 4,92%. A companhia aérea #AZUL4 também enfrentou perdas, com uma queda de 2,97%, enquanto #ALPA4 perdeu 2,61% de seu valor.

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Entre os principais bancos, apenas #SANB11 encerrou o dia com ganhos, subindo 0,88%. Em contraste, #BBDC4, #ITUB4 e #BBAS3 apresentaram desempenho negativo. A mineradora #VALE3 também registrou uma queda de 0,72% devido à redução no preço do minério de ferro.

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Declarações de Philip Jefferson e perspectivas sobre conflito em Israel impulsionam a queda do dólar

O mercado cambial teve um dia de volatilidade nesta segunda-feira, com o dólar brasileiro passando por momentos de alta e baixa. Pela manhã, a moeda norte-americana testou a marca de R$ 5,18 devido ao clima de maior aversão ao risco provocado pelo conflito em curso entre Israel e o grupo Hamas na Faixa de Gaza. Os investidores do mercado cambial inicialmente também reagiram com preocupação, temendo que essa escalada de tensões no Oriente Médio pudesse desencadear uma crise global, afetando o preço do petróleo e a estabilidade econômica mundial.

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No entanto, como mencionado, a situação mudou durante a tarde, quando o mercado começou a reavaliar os potenciais impactos da guerra em Israel. A percepção geral é de que, a menos que o Irã se envolva no conflito, os efeitos diretos sobre a economia global e o mercado de petróleo devem ser limitados. Essa nova avaliação trouxe algum alívio aos investidores e resultou na queda do dólar em relação ao real.

Além disso, as declarações do vice-presidente do Federal Reserve (Fed), Philip Jefferson, também influenciaram a trajetória da moeda norte-americana. Jefferson enfatizou a sensibilidade do Fed ao aumento recente nas taxas dos Treasuries, principalmente as de longo prazo. Ele destacou a importância de encontrar o equilíbrio certo na política monetária, evitando medidas excessivamente restritivas. Suas palavras contribuíram para a queda do dólar frente às outras moedas.

Como resultado, o dólar à vista fechou o dia com uma baixa de 0,62%, cotado a R$ 5,1300, após oscilar entre R$ 5,1220 e R$ 5,1824. No mercado futuro, o dólar para novembro também apresentou queda, recuando 0,27% para R$ 5,1460. No cenário internacional, o índice DXY operou de forma estável, com variação de apenas 0,01%, mantendo-se em 106,051 pontos. O euro teve uma leve queda de 0,14%, sendo cotado a US$ 1,0572, enquanto a libra esterlina apresentou uma modesta alta de 0,03%, alcançando US$ 1,2243.

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