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CFO da Petrobras é chamado de “Fanfarrão” e decepciona investidores e analistas

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CFO da Petrobras desdenha preço da ação da Vibra acima de R$ 1 e reforça desinteresse da empresa.

O CFO da Petrobras (PETR4), Sérgio Leite, surpreendeu os analistas ao comentar de forma descontraída e irônica que a ação da Vibra está “cara” acima de R$ 1, durante uma reunião online.

Leite também reforçou o desinteresse da Petrobras em recomprar o controle da Vibra, citando fundamentos ruins da empresa. O comentário vem dois anos após a Petrobras vender sua participação na Vibra por R$ 26 por ação.

A declaração inapropriada gerou desconcerto, visto que a Vibra era uma subsidiária da Petrobras e continua sendo sua maior cliente. Além disso, Leite abordou a Braskem, mencionando o interesse da Petrobras e comparando-o com a situação da Vibra.

Declarações ousadas de CFO da Petrobras geram incertezas entre analistas

Durante uma reunião online descontraída, o CFO da Petrobras, Sérgio Leite, causou surpresa ao comentar, de maneira irônica, que a ação da Vibra está “cara” acima de R$ 1. Sua declaração, inusitada para um executivo de sua posição, gerou perplexidade entre os analistas que cobrem a empresa. A Vibra, que negocia ao redor de R$ 16,50, teve seu valor questionado pelo executivo.

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Além disso, Leite reiterou a falta de interesse da Petrobras em adquirir novamente o controle da Vibra, justificando que os fundamentos da empresa são ruins. Vale lembrar que a Petrobras vendeu sua participação na Vibra por R$ 26 por ação há dois anos.

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As observações de Leite também se voltaram para a situação da Braskem, empresa petroquímica. Ele brincou com a incerteza sobre a decisão de exercer o direito de preferência da Petrobras sobre a participação da Novonor na Braskem.

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Leite expressou o desejo de grandes empresas do setor, como Saudi Aramco, LyondellBasell e Borealis, manifestarem interesse na Braskem.

As declarações, mesmo carregadas de humor, destacam a preocupação do mercado com a ação da Petrobras, que sofreu downgrades recentes de bancos como Citigroup, HSBC e JP Morgan.

Analistas demonstraram preocupação com a política de preços da empresa. A postura descontraída de Leite durante a reunião, fazendo piadas e demonstrando otimismo, foi contrastante com as incertezas sobre as perspectivas da Petrobras no cenário atual.

“As falas foram infelizes. É muito deselegante falar de uma empresa de outro acionista”, avalia Adriano Pires, comentarista de energia da CNN.

Rodrigo Glatt, sócio da GTI Administração de Recursos, também considerou “infeliz e deselegante” um CFO se pronunciar publicamente a respeito de uma companhia que ele não conhece e tentar, de alguma forma, depreciar a empresa.

“Ele está correndo um risco de sofrer alguma sanção de algum órgão que rege o mercado de capitais ou por alguma associação. Esse preço que ele disse, de R$ 1, não tem nenhum cabimento. A empresa continua vendendo as ações em torno dos R$ 15,00. É uma companhia pública, séria, com acionistas relevantes, com uma gestão boa, mesmo depois que a Petrobras se desfez das ações há dois anos.”

Em comunicado oficial aos investidores, a Petrobras esclareceu que, em resposta às informações circulantes na mídia, não tomou decisões quanto à aquisição de quaisquer participações no mercado de distribuição de combustíveis.

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A empresa também destaca que, no momento atual, não está conduzindo avaliações acerca de sua incursão no mercado de distribuição de combustíveis, e, consequentemente, não dispõe de avaliação sobre o valor justo de empresas operantes nesse setor. Além disso, esclareceu que quaisquer possíveis aquisições deverão ser conduzidas de acordo com a governança interna da empresa, seguindo os processos de planejamento e aprovação estipulados nos protocolos aplicáveis, os quais requerem a demonstração de viabilidade técnica e financeira.

A companhia reafirma seu compromisso de comunicar ao mercado quaisquer fatos julgados relevantes sobre esse tema de maneira oportuna.


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