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Dólar cai com estímulo chinês, mas se recupera tarde

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Dólar recua inicialmente com estímulo da China, mas se recupera devido a leilão fraco e rumores políticos.

O dólar apresentou um início de queda em relação ao real e a outras moedas de destaque durante o dia de hoje, em resposta ao anúncio do banco central chinês sobre um corte de 50 pontos base na taxa de compulsório bancário.

Essa medida deve injetar uma quantia significativa na economia chinesa, o que, por sua vez, impulsionou o mercado de commodities e fortaleceu as moedas de países produtores. Contudo, no período da tarde, o dólar conseguiu se recuperar parcialmente devido a um leilão de T-Notes de 5 anos considerado fraco, o que resultou no aumento dos juros dos Treasuries.

Além disso, no cenário doméstico, surgiram rumores de que o governo planeja insistir na indicação do ex-ministro Guido Mantega para a presidência da Vale, gerando preocupações quanto a uma maior interferência política na mineradora.

Estímulo chinês e incertezas políticas afetam o comportamento do dólar

O mercado cambial experimentou um dia de altos e baixos, com o dólar mostrando uma tendência inicial de queda em resposta ao anúncio do Banco Popular da China (PBoC). O PBoC decidiu reduzir a taxa de compulsório bancário em 50 pontos base, uma medida que será implementada a partir de 5 de fevereiro. Essa ação do banco central chinês visa injetar aproximadamente 1 trilhão de yuans, equivalente a cerca de US$ 141 bilhões, na economia chinesa. Esse estímulo teve um impacto imediato no mercado de commodities, impulsionando os preços e fortalecendo as moedas de países produtores de matérias-primas.

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No entanto, a recuperação do dólar no período da tarde trouxe uma reviravolta inesperada. Isso se deveu, em parte, ao resultado considerado fraco de um leilão de T-Notes de 5 anos, que resultou em um aumento dos juros dos Treasuries. Esse movimento nos títulos do governo dos EUA afetou a atratividade do dólar para os investidores.

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No cenário doméstico, surgiram rumores de que o governo brasileiro pretende insistir na indicação do ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, para a presidência da mineradora Vale. Essa notícia gerou preocupações nos mercados, visto que uma maior interferência política em empresas privadas pode impactar negativamente a confiança dos investidores.

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Ao final do dia, o dólar à vista fechou com uma queda de 0,47%, cotado a R$ 4,9321. O dólar futuro para fevereiro também registrou um recuo de 0,47%, atingindo R$ 4,9360. Esses movimentos refletem a complexidade dos mercados financeiros, que estão sujeitos a uma interação dinâmica de fatores econômicos e políticos, tanto no cenário doméstico quanto internacional.

Bolsas de NY oscilam com temporada de balanços e pressão nos Treasuries

O mercado financeiro de Nova York passou por um dia movimentado, com as bolsas oscilando em meio à temporada de resultados corporativos e à pressão exercida pelos Treasuries. A empolgação inicial com a divulgação dos balanços de diversas empresas foi gradualmente substituída por preocupações em relação ao aumento dos juros dos títulos do governo dos Estados Unidos.

Durante a sessão, o índice Nasdaq conseguiu manter um desempenho positivo, encerrando o dia com um ganho de 0,36% e alcançando os 15.481,92 pontos. Enquanto isso, o S&P500 apresentou um pequeno aumento de 0,08%, encerrando em 4.868,55 pontos. No entanto, o Dow Jones teve uma queda de 0,26%, fechando em 37.806,39 pontos, influenciado principalmente pela pressão nos Treasuries.

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A grande surpresa do dia veio da Netflix, cujas ações dispararam com um aumento de 10,70% após a divulgação de um sólido desempenho no quarto trimestre. A empresa de streaming de vídeo superou as expectativas do mercado, impulsionando seu valor de mercado.

No entanto, a pressão nos Treasuries não passou despercebida, com os juros subindo em vários prazos. O T-bond de 30 anos, por exemplo, viu sua taxa subir para 4,410%, enquanto a T-note de 5 anos atingiu 4,0974%. Esses movimentos refletem a crescente preocupação dos investidores em relação às taxas de juros e à inflação, fatores que continuam a moldar o comportamento dos mercados financeiros globais.


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