Guia do Investidor
MILL11 1
ETF

MILL11 ETF: Saiba como você pode investir no “futuro”

O de ganhou mais um ativo disponível aos investidores após o anúncio feito pela sobre o lançamento do MILL11 ETF.

Por isso, o Guia do Investidor reuniu as informações sobre o que é um ETF, bem como os dados gerais, composição, características, custos, vantagens e desvantagens do mais novo ativo do mercado. Acompanhe a seguir.

O que é um ETF?

Um ETF — sigla em inglês para Exchanged Traded Funds —, se trata de um de gestão passiva negociado em Bolsa. Dessa forma, ele replica um índice de mercado ou até mesmo uma carteira de ativos.

A diferença de um ETF para um fundo de gestão ativa envolve, basicamente, os objetivos. Enquanto o ETF sempre buscará replicar o seu índice de referência — seja o Ibovespa, S&P 500, IFIX, entre outros —, o fundo de gestão ativa deve superar o índice de referência escolhido, significando que ele sempre deve visar uma performance ainda melhor.

Por conta disso, um fundo de gestão ativa pode render mais. Porém, também pode gerar taxas e impostos mais elevados. O ETF, por outro lado, acaba tendo um custo mais baixo em decorrência da gestão passiva, visto que os gestores podem dar uma atenção mais pontual, além de permitir ao investidor ter acesso a uma diversificada cesta de ativos por meio de uma única cota.

MILL11 ETF
MILL11 ETF: Saiba como investir.

Então, o que é MILL11 ETF?

Em resumo, o IT NOW MSCI USA IMI MILLENIALS SELECT 50 Fundo de Índice, ou apenas MILL11 ETF, é um ativo administrado pelo Itaú que replica a carteira do índice MSCI USA IMI Millenials Select 50.

Leia mais  Teva Indices é a primeira empresa brasileira a desenvolver índices para ETFs com classificação proprietária e foco no mercado local

Dessa forma, se você optar em investir nesse ETF, passará a ter acesso a empresas que se beneficiam do aumento de consumo da geração dos millenials (nascidos entre 1980 e 2000).

Com um eminente potencial de crescimento do poder de compra e características diferentes de gerações passadas, os millennials estão transformando os padrões de consumo mundial. Essas transformações geram uma oportunidade de . Com o nosso ETF MILL11, você tem acesso as empresas que atendem as preferencias desse fenômeno, chamado millennials.”

Itaú Corretora.

E para fazer o investimento nele, basta adquirir uma cota por qualquer corretora de valores, visto que o MILL11 ETF é negociado na B3, a do Brasil.

Qual é a composição do MILL11?

De acordo com a Itaú Corretora, o MILL11 ETF terá o objetivo de replicar as empresas listadas na carteira teórica do índice MSCI USA IMI Millenials Select 50.

Dessa maneira, o ativo estará exposto a 50 empresas que estão posicionadas para se beneficiar do aumento de consumo da geração dos millenials (nascidos entre 1980 e 2000). Vale dizer que, embora o ETF seja brasileiro, a carteira conta com ações de empresas listadas na Bolsa dos Estados Unidos na composição.

Reforçamos nosso protagonismo na democratização do acesso de investidores brasileiros a estratégias internacionais, com tickets de entrada acessíveis e transparência.”

Renato Eid, head de estratégia beta e integração da Itaú Asset

As principais companhias listadas, por exemplo, são as seguintes:

Como é comum para ETFs, o ativo também conta com rebalanceamento. Afinal, o próprio índice de referência atualiza a sua carteira teórica de tempos em tempos. Assim, a composição pode adicionar ou excluir a ação de uma empresa buscando se igualar ao índice de referência.

Características do MILL11 ETF

  • Diversificação: Acesso a 50 ativos listados na Bolsa dos EUA com base no índice MSCI USA IMI Millenials Select 50;
  • Aplicação Mínima: É possível começar a investir a partir de R$ 100;
  • Cotização: D+0;
  • Liquidação: D+2;
  • Administrador e Gestor: Itaú Unibanco S.A;
  • Custodiante: Itaú Unibanco S.A;
  • Código de Negociação: MILL11;
  • Data de início: 16/06/2021;
  • Patrimônio Líquido (27/09/21): R$ 11.256.853,79.

Custos do MILL11 ETF

  • Taxa de Administração: 0,50% a.a.;
  • Imposto de Renda: 15% de IR sobre o ganho de capital para qualquer período de investimento, sem IOF e come cotas;
  • : Varia para cada corretora. Confira algumas opções taxa zero para negociação de ETF aqui;
  • Taxa de custódia: Varia para cada corretora;
  • Emolumentos: % cobrado pela B3 sobre o volume movimentado no dia. Consulte o valor no site da B3;
  • Taxa de custódia (B3): % cobrado sobre o valor em custódia, conforme o valor da carteira.
Leia mais  ETFs recomendados para Janeiro 2020

Vantagens

Em primeiro lugar, o fato de estar exposto a 50 empresas por meio de um único ETF passa a ser uma solução muito prática, sobretudo para investidores iniciantes.

Ao mesmo tempo, o investidor contará com um ativo bastante diversificado, visto que as companhias atuam em diferentes segmentos de negócio.

Desvantagens

Caso você deixe de concordar com a composição utilizada na MILL11 ETF, não há como exigir mudanças nesse sentido.

Como é possível notar, há uma boa quantidade de taxas e outros custos que irão impactar em descontos no resultado final do investimento. Por isso, papel e caneta são importantes para calcular se o investimento vale a pena para sua realidade.

LULA OU BOLSONARO? Não corra o risco das no Brasil: abra sua conta no e proteja seu patrimônio

Recomendações no seu e-mail

Nossas redes:

Leia mais

ELAS11 – ETF do índice Teva Mulheres na Liderença tem Rebalanceamento: veja o que mudou

Guia do Investidor

QBTC11 passa de 1.000 bitcoins sob custódia

Guia do Investidor

BTG Pactual lança primeiro ETF de crédito privado do Brasil

Guia do Investidor

META11, ETF de metaverso da Hashdex, é oficialmente lançado na B3

Guia do Investidor

Quais os ETFs favoritos dos investidores em 2022? Confira o ranking

Leonardo Bruno

BTCE11: o ETF de criptomoeda mais negociado na Europa chega à B3

Guia do Investidor