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Stone expande para PMEs e visa crescimento acelerado

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  • Ampliação de Serviços: Stone expande oferta para pequenas e médias empresas, incluindo soluções de gestão e financeiras além das maquininhas tradicionais.
  • Conta PJ Stone: Integração de ferramentas de cobrança (Pix, boletos) e gestão (folha de pagamentos, relacionamento com fornecedores).
  • Usuários Ativos: Desde 2021, a Conta PJ conta com 2,1 milhões de usuários ativos, refletindo a aceitação e evolução do produto.
  • Expansão do Mercado: Estimativa de mercado potencial agora em R$ 100 bilhões com a diversificação de serviços.
  • Campanha de Mídia: Lançamento de uma grande campanha publicitária para promover o novo posicionamento e aumentar o awareness da marca.
  • Projeções Financeiras: Stone projeta alcançar mais de R$ 600 bilhões em TPV até 2027, com crescimento anual composto de 13%; aumento de take rate para 2,70%; expectativa de superar R$ 4,3 bilhões em lucro líquido ajustado, com um CAGR de 31% de 2024 a 2027.

A Stone, gigante brasileira do setor de fintech, anuncia uma ampliação significativa em sua gama de serviços, com a introdução de novas soluções voltadas para pequenas e médias empresas (PMEs). A partir de agora, a empresa se posiciona não apenas como provedora de soluções de pagamento, mas também como um centro integral de serviços financeiros e gerenciais.

O carro-chefe dessa nova fase é a Conta PJ Stone, que integra ferramentas de cobrança, como Pix, boletos e as tradicionais maquininhas, a soluções de gestão empresarial que incluem assistência com folha de pagamentos, relacionamento com fornecedores e ferramentas de relatórios. O produto, já disponível desde 2021, conta atualmente com 2,1 milhões de usuários ativos e vem evoluindo de acordo com as demandas de mercado.

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Além do aumento de serviços disponíveis, a Stone projeta uma expansão expressiva de seu mercado potencial, estimando agora um “revenue pool” na ordem de R$ 100 bilhões. Esse crescimento vem acompanhado de uma campanha de mídia maciça, destinada a consolidar o conhecimento e atração para a plataforma mais robusta da fintech.

A estratégia de expansão é apoiada por dados financeiros promissores: a empresa prevê que o volume total de pagamentos transacionados (TPV) atingirá mais de R$ 600 bilhões em 2027, o que representaria um crescimento anual composto de 13%. Adicionalmente, a Stone antecipa um aumento de 21 pontos base no take rate, elevando-o para 2,70%, e espera superar R$ 4,3 bilhões em lucro líquido ajustado, com um crescimento composto anual de 31% no período entre 2024 e 2027.

“Desde o começo até hoje, a maneira como nos posicionamos sempre foi ‘maquininhas first’. O que é diferente agora é que estamos construindo um posicionamento de conta PJ em que, sim, o cliente pode decidir começar a jornada com conosco por meio da conta bancária ou de soluções de gestão”,

Disse Lia Matos, CSO (Chief Strategy Officer) da Stone, em entrevista à Bloomberg Línea.

Recomendação

O banco Santander revisou sua recomendação para as ações da Stone, elevando de “underperform” (equivalente a venda) para neutra, com um novo preço-alvo estabelecido em US$18. Paralelamente, o BTG Pactual reafirma sua recomendação de compra para os papéis da empresa, estipulando um preço-alvo de US$23. Essa mudança ocorre em um contexto onde as ações da Stone na NASDAQ registram um aumento de 1,15%, sendo cotadas a US$15,43, enquanto os BDRs negociados na BVMF apresentam valorização de 0,70%, atingindo R$80,96.

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Os analistas do Santander justificam a elevação da recomendação apontando para uma maior clareza dos fatores que impulsionam as ações, combinada com uma perspectiva de lucro mais favorável. Eles destacam que o valuation da Stone se tornou atrativo após um desempenho aquém do esperado no acumulado do ano. Além disso, a expectativa é de que a concorrência, especialmente no segmento de pequenas e médias empresas, possa se intensificar, particularmente devido a mudanças estratégicas na Cielo.

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O Santander também projeta um lucro líquido de R$383 milhões para o primeiro trimestre de 2024, baseando-se em uma performance robusta no último trimestre de 2023, ainda que abaixo das projeções para 2027. Em relação às mudanças contábeis, a Stone adota uma nova política interna para o reconhecimento de receitas de taxas de adesão, prevendo uma redução de receitas de transações em cerca de R$60 a R$70 milhões para o primeiro trimestre de 2024.

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Por outro lado, o BTG Pactual mantém um otimismo consistente com a trajetória da Stone, destacando a empresa como um destaque no segmento de pagamentos e dentro do espaço financeiro não bancário. O banco projeta uma receita líquida de R$3,1 bilhões para o primeiro trimestre do ano corrente, uma leve queda em relação ao quarto trimestre de 2023, mas ainda assim vê potencial de alta dada a força dos dados operacionais recentes e o ganho de participação de mercado em relação à concorrência, como a Cielo.


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