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Superávit primário do 1º trimestre atinge mínimo desde 2021

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  • O superávit primário do setor público consolidado atingiu R$ 54,6 bilhões, o menor desde 2021
  • Fernando Rocha destacou que os superávits de R$ 21,6 bilhões do governo central e de R$ 34,6 bilhões dos governos regionais impulsionaram o superávit do setor público
  • No período, as empresas estatais apresentaram um déficit de R$ 1,5 bilhão

No primeiro trimestre, o superávit primário do setor público consolidado atingiu R$ 54,6 bilhões, o menor desde 2021, segundo dados do Banco Central divulgados hoje. Este resultado engloba os governos federal, regionais e empresas estatais, excluindo, assim, despesas com juros.

Fernando Rocha do BC destacou, portanto, que os superávits de R$ 21,6 bi do governo central e de R$ 34,6 bi dos governos regionais impulsionaram o superávit do setor público no trimestre.

No período, as empresas estatais apresentaram um déficit de R$ 1,5 bilhão. Rocha observou que o resultado do governo central foi o menor desde 2020. Assim, com uma redução de 29,2% em comparação com o primeiro trimestre de 2023, quando o superávit atingiu R$ 30,5 bilhões. Por outro lado, os governos regionais registraram um superávit maior em relação aos primeiros três meses do ano passado. Com um resultado de R$ 29 bilhões.

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Aumento no déficit

O déficit das estatais aumentou de R$ 1,1 bilhão no primeiro trimestre de 2023 para R$ 1,5 bilhão em 2024. O Banco Central teve superávit de R$ 102,1 bi em janeiro. Déficit de R$ 48,7 bi em fevereiro e superávit de R$ 1,2 bi em março. Fernando ressaltou que março de 2024 teve desempenho melhor que março de 2023. Com déficit de R$ 14,2 bilhões, e próximo a março de 2022, superávit de R$ 4,3 bilhões.

Contas públicas têm superávit de R$ 1,2 bilhão em março

O setor público consolidado fechou o mês de março com um superávit de R$ 1,2 bilhão, informou nesta segunda-feira (6) o Banco Central (BC). No mesmo mês do ano passado, as contas públicas registraram um déficit de R$ 14,2 bilhões. Em 12 meses, o setor público consolidado, que engloba governo federal, os estados, municípios e as empresas estatais, acumula déficit de R$ 252,9 bilhões, o equivalente a 2,29% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) e 0,15 ponto percentual (p.p) inferior ao déficit acumulado até fevereiro.

De acordo com o BC, o Governo Central teve um déficit de R$ 1,9 bilhão, enquanto as empresas estatais registraram um déficit de R$ 343 milhões. Já os governos regionais registraram, dessa forma, superávit de R$ 3,4 bilhões.

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Em março, os juros nominais do setor público não financeiro consolidado totalizaram, no entanto, R$ 64,2 bilhões, comparados aos R$ 65,3 bilhões de março de 2023.

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No acumulado em 12 meses, até março deste ano, os juros nominais alcançaram R$ 745,7 bilhões, ficando em 6,76% do PIB, comparativamente a R$ 693,6 bilhões (6,71% do PIB) nos 12 meses até março de 2023.

O resultado nominal do setor público consolidado, que inclui o resultado primário e os juros nominais apropriados, foi deficitário em R$ 63 bilhões em março. No acumulado em 12 meses, o déficit nominal alcançou R$ 998,6 bilhões (9,06% do PIB). Ante déficit nominal de R$ 1.015,1 bilhão (9,24% do PIB) em fevereiro deste ano.

O BC informou, no entanto, que a Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) fechou o mês de março em 61,1% do PIB (R$ 6,7 trilhões), um aumento de 0,2 p.p do PIB no mês.

No ano, a DLSP cresceu 0,2 p.p. do PIB, devido ao aumento de 1,9 p.p. nos juros nominais, reduzindo, dessa forma, o superávit primário acumulado.

Em março, a Dívida Bruta do Governo Central atingiu 75,7% do PIB, totalizando R$ 8,3 trilhões, abrangendo os entes federais, INSS e governos regionais. O resultado, portanto, representa um aumento de 0,2 ponto percentual do PIB em relação ao mês anterior.

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