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Drex: o que é, o que significa e como funciona a nova Moeda Digital?

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Nos últimos anos, o mundo financeiro tem testemunhado um fenômeno: a ascensão das moedas digitais. Bancos centrais de vários países, responsáveis por grandes porções do PIB global, estão voltando seus olhos para o potencial dessas moedas. No Brasil, o Banco Central (BC) se lançou na missão de transformar o nosso Real em versão de moeda digital, chamando-o de Drex. Mas, o que é o Drex exatamente, o que significa e como ele funciona? Mas também, como ele se encaixa no cenário financeiro atual? Vamos descobrir!

Confira de perto as principais informações deste artigo no sumário abaixo:

Atualizado por Arthur Piassetta, redator do Guia do Investidor, em 6/09/23.

Resumo da Avaliação do Guia do Investidor

O Drex é uma inovação financeira brasileira, representando o Real Digital. Trata-se de uma Central Bank Digital Currency (CBDC), emitida e controlada pelo Banco Central do Brasil. Este novo meio de troca é digital e baseado em tecnologia blockchain, proporcionando segurança e eficiência nas transações.

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Mas afinal, tem interesse em qual é a nova solução feita pelo Brasil? Então, descubra o que é, significa e como funciona o Drex, a nova moeda e real digital do Banco Central do Brasil que vai mudar muita coisa aqui.

Vantagens

  1. Modernização Financeira: O Drex representa uma modernização no sistema financeiro, permitindo transações digitais seguras e eficientes.
  2. Facilidade de Uso: Permite que as pessoas realizem transações financeiras usando seus dispositivos móveis ou computadores, tornando o processo mais simples e acessível.
  3. Segurança: A tecnologia blockchain utilizada pelo Drex é altamente segura, protegendo as transações financeiras contra fraudes e ataques cibernéticos.
  4. Democratização Financeira: Pode ajudar a democratizar o acesso a serviços financeiros, especialmente para pequenos empreendedores e comunidades que tinham dificuldade em acessar esses serviços.
  5. Colaboração Internacional: O Brasil está colaborando com instituições internacionais para criar sistemas de pagamento mais compatíveis e eficientes, o que pode beneficiar transações internacionais.

Desvantagens

  1. Desafios Regulatórios: A implementação de uma moeda digital enfrenta desafios regulatórios, pois cada país tem sua própria realidade e regulamentação a ser considerada.
  2. Segurança Digital: A segurança digital é uma preocupação, pois ninguém quer que seu dinheiro virtual seja roubado, e o Drex precisa garantir a proteção contra ataques cibernéticos.
  3. Estabilidade Financeira: Alguns governos temem que a introdução do Drex possa afetar a estabilidade financeira, o que requer monitoramento cuidadoso e controle.

Diferenças do Drex em relação a outras moedas digitais:

O Drex e as Crypto Assets são dois tipos de moedas digitais, mas têm diferenças bem claras. Primeiro, vamos falar do Drex. Ele é uma moeda digital feita pelo Banco Central do Brasil. Isso quer dizer que tem regras bem definidas e é mais estável. O Banco Central cuida dele, então ele é mais seguro.

Agora, as Crypto Assets, como Bitcoin e Ethereum, são diferentes. Elas não têm um órgão central que as controla. São feitas e mantidas por uma rede de computadores. Isso as torna descentralizadas. O lado ruim é que elas podem ser muito instáveis. O valor delas sobe e desce rápido. Isso pode ser arriscado.

Imagine-se navegando em alto mar sem uma bússola. Cada onda representa uma decisão financeira, e sem orientação, é fácil se perder nas correntezas do mercado. É aí que entra a consultoria financeira. Como um farol na escuridão, ela oferece direção clara e segura para alcançar suas metas.

É por isso que o Guia do Investidor orgulhosamente lançou o GDI Finance, com a missão de ser o mapa para o seu sucesso financeiro, mas também para navegar junto ao seu lado. Com anos de experiência, nossos consultores são como capitães experientes, guiando-o pelas águas turbulentas da economia.

Desde a navegação para a aposentadoria tranquila até a jornada para aquisição de bens, o GDI Finance foi criado para simplificar sua trajetória. Com estratégias personalizadas e insights precisos, transformamos desafios em oportunidades e sonhos em realidade.

É hora de aprender a navegar tranquilo por águas turbulentas, alcançaremos horizontes que você nunca imaginou possíveis. Conheça a nossa consultoria financeira hoje mesmo.

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Sem contar o uso!. O Drex será bem mais fácil de usar no Brasil, já que provavelmente será aceito em muitos lugares e será fácil de converter para o real. Já as Crypto Assets são mais complicadas, afinal nem todo mundo aceita e nem sempre é fácil converter para outras moedas.

Conclusões sobre o Drex

O Drex representa uma mudança significativa no cenário financeiro brasileiro. Ele tem o potencial de revolucionar transações, reduzir custos e democratizar o acesso a serviços financeiros.

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Além disso, o Drex está abrindo portas para a tokenização de ativos e a criação de contratos inteligentes, o que pode transformar a economia digital no Brasil. Observar e adaptar-se a essa nova realidade é fundamental para acompanhar o progresso financeiro no país.

Drex, o Real Digital

O Drex é uma nova forma de dinheiro. Mas, em vez de ser uma nota ou moeda que você toca, é digital. Isso significa que ele existe apenas em sistemas computacionais, criptografados e seguros. O Banco Central do Brasil, que cuida do nosso dinheiro em todo o país, teve essa ideia. Eles começaram a pensar nisso em 2020. No ano seguinte, em 2021, o Banco Central mostrou as regras para o Drex.

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Para entender bem e preparar tudo, o Banco Central fez reuniões online, chamadas de seminários. Eles também estudaram muitos detalhes sobre o Drex. O legal é que, em 2023, eles já começaram a fazer testes. Isso é um passo antes de algo começar de verdade. Se tudo der certo, em 2024, o Drex estará funcionando completamente.

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Então, o Drex é como o nosso Real, mas em versão digital. É uma forma moderna de lidar com dinheiro, e o Brasil está se movendo rápido nessa direção. Muito em breve, poderemos usar o Drex no nosso dia a dia.

Impacto no mercado brasileiro | Drex Moeda Digital

Para os bancos, o Drex é um desafio. Eles sempre lidaram com dinheiro que a gente pode tocar, mas agora vai ser tudo digital – Apesar de que mais de 90% das operações dos bancos já estão digitalizadas, ainda mais por conta do pix. Mas não deixa de significar novos sistemas e formas de trabalhar. Também pode ser que eles ofereçam novos produtos e serviços por causa do Drex.

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E nós, como consumidores, como ficamos? Bem, nosso jeito de comprar e guardar dinheiro vai mudar. Com o Drex, será só usar o celular ou o computador e a segurança nos apps e mais deverão ser ainda mais ressaltadas. Pagar contas, fazer compras ou transferir dinheiro pode ser mais fácil e rápido.

Desafios para a implementação

Muitos países estão de olho nas moedas digitais. Mas, colocar uma moeda como essa para funcionar não é tão simples, já que cada país tem sua realidade. Por isso, nem todos estão no mesmo estágio de desenvolvimento. Alguns estão só pesquisando, outros testando e alguns já lançaram suas moedas digitais.

Um dos problemas é a regulamentação. Como controlar algo totalmente novo? E aí tem as preocupações com a segurança digital. Ninguém quer que seu dinheiro virtual seja roubado, ainda mais com diversos ataques virtuais de hackers, porque a privacidade também é uma questão.

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Outro ponto é a estabilidade financeira. Alguns governos têm medo de que essa nova moeda possa causar problemas na economia. Por exemplo, nos EUA, eles ainda estão pensando se lançam ou não sua moeda digital. A China já lançou a sua, e outros países também. Cada um com seu jeito e suas regras.

LIFT Challenge Real Digital: Da Ideia à Realidade | Drex Moeda Digital

Quando ouvimos falar sobre novas tecnologias ou projetos, muitas vezes pensamos: “Será que isso vai realmente acontecer?”. Bom, o Banco Central está mostrando que sim, com o lançamento do LIFT Challenge Real Digital. Esse desafio não é apenas uma competição, mas um passo rumo ao futuro das finanças no Brasil.

O objetivo é simples: encontrar bons projetos baseados no Real Digital. Mas não é qualquer projeto! O desafio busca ideias em diferentes áreas, como pagamentos e até mesmo finanças descentralizadas. Se você não sabe o que isso significa, pense em formas mais diretas e independentes de lidar com dinheiro, sem tantos intermediários.

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O mais legal é que os vencedores do desafio não ficarão apenas no papel. Eles vão ajudar a criar protótipos reais e funcionais. E sabe o que isso significa? Em 2023, já teremos uma fase de testes, ou como chamamos, uma fase de pilotos.

O LIFT Challenge Real Digital é uma prova de que o Real Digital não é só uma conversa. Ele está a caminho de se tornar parte do nosso dia a dia. O Banco Central está avançando, e com a ajuda dos vencedores do desafio, estamos todos caminhando para uma era mais digital e eficiente.

Plataforma Drex Moeda Digital

Basicamente, o Drex usa a tecnologia de registro distribuído, conhecida como DLT. Para facilitar, imagine que é uma forma de as entidades financeiras transformarem seus saldos comuns em algo chamado Drex. Isso permite que os clientes, como você e eu, possamos usar serviços financeiros atualizados.

Além disso, o Drex também é chamado de “Real digital”. Pense nele como uma versão eletrônica do nosso dinheiro em papel. Ele usa a tecnologia blockchain, a mesma que está por trás das criptomoedas que temos ouvido falar tanto nos últimos anos.

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O interessante é que o Drex tem o seu valor garantido pelo BC. Isso significa que 1 Real sempre será igual a 1 Drex. E, para quem se preocupa com segurança, o blockchain, que é a tecnologia usada, é super seguro. Ele funciona como um tipo de cadeia, onde os dados são adicionados em blocos que são fechados e protegidos por senhas. Uma vez que um bloco é fechado, ninguém pode mudar ou tirar informações dele.

Tecnologia por trás do Drex

Quando falamos sobre o Drex, também chamado de “Real Digital”, estamos falando de uma inovação financeira. Mas, o que faz o Drex ser tão especial? A resposta está na tecnologia que o sustenta: a Distributed Ledger Technology, ou DLT, em português, “Tecnologia de Registro Distribuído”.

DLT é uma tecnologia avançada que registra informações de maneira distribuída. Isso significa que as informações não ficam em um único lugar, mas são espalhadas em diversos pontos. Pode parecer complicado, mas é justamente esse sistema que torna tudo mais seguro.

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Ao usar a DLT, o Drex garante que as transações sejam registradas em vários locais ao mesmo tempo. Então, se uma pessoa quiser fazer uma alteração ou tentar algo suspeito, isso seria notado rapidamente, pois os registros estão em vários lugares e todos precisam combinar.

Além de segurança, a DLT traz rapidez. Como os dados estão distribuídos, as transações ocorrem de forma mais ágil, sem a necessidade de passar por um ponto central.

Democratização financeira

O mundo financeiro está mudando e o Drex é uma das principais peças desse quebra-cabeça. Quando pensamos em democratização financeira, queremos dizer que mais pessoas têm acesso a serviços e produtos financeiros adaptados às suas necessidades, de forma mais fácil e acessível. E o Drex pode ser a chave para isso.

Primeiramente, o Drex é baseado em tecnologias avançadas, como dinheiro programável e contratos inteligentes. Essas ferramentas permitem a criação de novos modelos de negócios e sistemas mais eficientes. Por exemplo, imagina que dispositivos inteligentes em nossas casas, como geladeiras, possam comprar suprimentos quando acabam, sem que você tenha que se preocupar.

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Além disso, essa nova tecnologia pode reduzir os custos de transações e tornar os produtos financeiros mais personalizados. Isso é ótimo para pequenos empreendedores e comunidades que, até agora, tinham dificuldade em acessar serviços financeiros. Por exemplo, imagine fintechs que oferecem microcréditos para pequenos negócios com base nas suas necessidades específicas.

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A visão do Banco Central, ao adotar o Drex, é preparar nosso país para um futuro mais digital e inclusivo. Isso não beneficia apenas empresas ou pessoas com muito dinheiro, mas toda a população. Com o Drex, o objetivo é que todos possam aproveitar os benefícios da digitalização, com segurança e eficiência.

O Real Digital e a Economia | Drex Moeda Digital

Existem duas versões desse Real Digital: uma para grandes valores, chamada de “CBDC de atacado“, que é mais usada por bancos, grandes empresas e outras instituições. E tem a “CBDC de varejo“, que é pra todo mundo, para pagamentos do dia a dia, seja um lanche ou uma conta.

O bom é que o Real Digital vai funcionar junto com os meios de pagamento que já usamos. Imagina que, além de pagar com o dinheiro físico ou pelo Pix, você pode usar o Real Digital. Dá para fazer compras, pagar contas, transferir dinheiro e até converter o Real Digital em dinheiro físico, se quiser.

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Ah, e o Real Digital vai ficar guardado numa espécie de “carteira virtual”. Quem cuida dela são instituições autorizadas pelo Banco Central, como os bancos que já conhecemos. Mas por que isso é importante? Porque o Real Digital também influencia na economia do país. Quando o Banco Central decide controlar a quantidade de dinheiro no mercado, o Real Digital entra nessa conta.

Agora, uma curiosidade: apesar do Real Digital ser uma novidade, ele não vai acabar com as notas de papel. Pelo menos não agora. E tem mais, o Banco Central está de olho nas tecnologias para que o Real Digital possa ser usado até mesmo quando estivermos offline.

Internacionalização e Inovação: Entendendo a Era Digital dos Pagamentos

No cenário atual, bancos centrais de diversos países, incluindo o Brasil, têm voltado suas atenções para as CBDCs (moedas digitais). Por quê? Porque elas podem representar uma revolução na maneira como realizamos pagamentos, principalmente os internacionais. Imagine fazer um pagamento para outro país e ele ser processado tão rápido e barato quanto enviar uma mensagem de texto. É nessa direção que estamos caminhando.

Ao pensar no Real Digital, não estamos falando apenas de uma nova forma de moeda. Estamos falando de inovação. Com recursos programáveis e contratos inteligentes, o Real Digital pode se tornar uma peça chave na economia digital. Esses recursos podem dar vida a novos modelos de negócios e transformar o mercado financeiro como o conhecemos.

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Mas para que essa integração internacional de sistemas de pagamento realmente funcione, é crucial a colaboração entre os países. O Brasil não está isolado nesse movimento. Está trabalhando junto a instituições internacionais, como o Banco de Compensações Internacionais e o Fundo Monetário Internacional, buscando criar sistemas mais compatíveis e eficientes.

Outro aspecto vital é a programabilidade. No futuro, com o avanço da internet das coisas, poderemos ver situações onde sua geladeira faz compras para repor o que falta ou seu carro paga o estacionamento sem você fazer nada. E o Real Digital estará no centro dessas transações, garantindo que elas sejam seguras e rápidas.

Comparação com outras moedas digitais

O mundo das moedas digitais é vasto e variado. Entre elas, existem duas categorias principais que vêm ganhando destaque: Central Bank Digital Currencies (CBDC) e Crypto Assets (frequentemente chamados de moedas virtuais). Mas atenção! Elas não são a mesma coisa.

Os Crypto Assets, como o bitcoin e o ethereum, são conhecidos por sua alta volatilidade, o que complica seu uso no dia a dia para pagamentos. Eles são basicamente ativos e não cumprem todos os requisitos de uma moeda tradicional.

Isso porque não são emitidos por nenhuma autoridade oficial, como os bancos centrais. Por outro lado, temos os stablecoins, que tentam contornar essa volatilidade ao vincular seu valor a um ativo externo, muitas vezes uma moeda reconhecida mundialmente.

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Agora, quando falamos de CBDC, estamos nos referindo a algo diferente. O Real Digital é uma dessas moedas e representa a versão digital da nossa moeda oficial. Ou seja, tem todas as características de uma moeda e é emitida pela autoridade monetária brasileira, o Banco Central. Isso significa que sua criação, distribuição e controle são centralizados e têm um propósito claro: proporcionar um ambiente seguro para inovação e vantagens tecnológicas, sem expor os usuários a riscos desnecessários.

Para adquirir o Real Digital, não será como adquirir uma criptomoeda comum. Você não precisará “minerar”. Basta entregar seus Reais tradicionais e, em troca, receberá a quantidade correspondente em Real Digital. E tudo isso será feito por meio de intermediários autorizados, como bancos, fintechs ou até novas empresas que o BC possa vir a autorizar no futuro.

O risco das stablecoins

Uma característica importante das stablecoins é a falta de regulação em muitos lugares. Em países onde existe algum tipo de regulação para elas, essa norma tende a ser uma adaptação de regras já existentes. Isso pode ser problemático, pois não leva em conta especificidades das stablecoins, que deixa brechas e incertezas.

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Por outro lado, os bancos centrais entendem a importância de ter uma moeda digital segura e acessível para todos. Por isso, eles veem as CBDCs como uma solução mais adequada. Ao serem emitidas por uma autoridade oficial, as CBDCs podem ser reguladas de maneira mais específica e rigorosa, garantindo sua segurança e confiabilidade. Além disso, eles podem desenvolver e oferecer ferramentas que facilitam a integração desta moeda na sociedade.

Futuro do Drex

A chegada do Drex, a moeda digital do Banco Central, é um passo ousado e necessário na evolução financeira do Brasil. Com potencial para revolucionar transações, reduzir custos e democratizar o acesso a serviços financeiros, o Drex tem tudo para ser um grande marco no cenário econômico brasileiro.

O Drex está dando o que falar no cenário de ganhos. Mesmo sendo uma novidade, algumas diretrizes já foram traçadas pelo Banco Central. A mais evidente é a possibilidade de negociar títulos públicos federais. O processo vai se basear na tokenização desses títulos, uma forma de torná-los digitais que usa a tecnologia blockchain.

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Além dos títulos, o Drex também permitirá a compra de bens via contratos inteligentes. Esses contratos são programados para garantir que todas as condições de uma compra sejam atendidas antes da transferência da propriedade. Parece futurista, não é?

O mais interessante é que essa nova forma de fazer negócios pode se expandir para outros tipos de ativos. É uma economia que é tokenizada, ou seja, transformada em formato digital. E o Drex pode ser a chave para acessar essa nova realidade com mais facilidade

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Resta-nos observar e adaptar-nos a essa nova realidade.

Veja Também: Banco central comemora 500 transações com Drex

O Banco Central do Brasil celebra um marco significativo no projeto-piloto da moeda digital Drex, com mais de 500 transações processadas entre 11 instituições participantes. O Drex, que tem como objetivo democratizar o acesso a serviços financeiros, está em fase de testes e deve ser lançado oficialmente no final de 2024. Durante a fase de testes, diversas operações, incluindo tokenização de títulos públicos e transferências, foram realizadas com sucesso.

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O coordenador do projeto Drex no BC, Fabio Araujo, destaca o potencial da moeda para impactar positivamente a vida dos brasileiros, tornando serviços financeiros, como crédito, investimento e seguros, mais acessíveis. A cada semana, novos tipos de operações estão sendo testados pelas instituições participantes.

Deseja saber mais? Confira aqui!

Veja Também: DREX: entenda a nova moeda digital brasileira e o que muda

No horizonte financeiro do Brasil, uma revolução está se formando, e seu nome é DREX. Segundo a professora do curso de Ciências Contábeis da Faculdade Anhanguera, Ma. Valéria Vanessa Eduardo, a sigla que combina as letras “D” e “R” de Real Digital, o “E” de Eletrônico e o “X” de modernidade e conexão representa mais do que apenas uma moeda digital. É uma promessa de transformação profunda na maneira como conduzimos transações comerciais, compras e vendas de ativos.

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“Diferente das criptomoedas, o DREX é uma moeda emitida pelo Banco Central, evoluindo a moeda física para uma forma eletrônica inovadora. Isso significa que nossa relação com os bancos não sofrerá mudanças drásticas. Continuaremos a ter contas correntes, usar o PIX e todas as nossas atividades financeiras habituais. A diferença reside na integração dos princípios das criptomoedas, que permitem a transformação de ativos em tokens verificáveis, redefinindo como compramos e vendemos”, explica a professora.

Valéria Vanessa Eduardo.

Deseja saber mais opiniões sobre o DREX? Confira Aqui!

Veja Também: Melhores Investimentos para Iniciantes 2023

Pronto para começar a investir? Ótimo! Vamos mostrar quais são os melhores ganhos para quem começou neste ano de 2023. Temos duas categorias principais: Renda Fixa e Renda Variável. Ambas têm seus benefícios e coisas para aprender. Então, vamos entender melhor cada uma.

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A Renda Fixa, como o nome sugere, é um tipo de ganho onde se sabe quanto e quando receberá. Imagine que é como um combinado: você dá dinheiro para o banco, então ele te devolve depois com um pouco a mais. Exemplos desses são Tesouro Direto, CDB, LCI e LCA. São opções mais seguras e, portanto, boas para quem começou.

Já a Renda Variável é um pouco mais imprevisível. É como um jogo: às vezes, você pode ganhar bastante, mas outras vezes pode perder. Assim, exemplos são ações de empresas e fundos de ganhos em ações. Mas não se preocupe, não é um jogo de sorte, e sim de conhecimento.

Agora, você já sabe um pouco mais sobre como começar a investir. Mas lembre-se: entender bem sobre o assunto é o primeiro passo para ter sucesso! Então, deseja mais informações? Acesse o nosso Guia Completo Aqui!

Algumas ótimas opções para começar

Se você é novo no mundo dos ganhos e perdas, está no lugar certo! Assim, existem várias opções de compra para você que começou agora. Portanto, vamos entender um pouco sobre cada uma delas, com palavras simples.

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Tipos

  1. Poupança: A poupança é o jeito mais conhecido de guardar dinheiro. Quando você coloca dinheiro na poupança, ele rende um pouquinho todo mês. É bem seguro, mas não rende muito.
  2. Tesouro Direto: No Tesouro Direto, você empresta dinheiro para o governo. Então, depois de um tempo, o governo te devolve esse dinheiro com um extra. É como a poupança, mas pode render mais.
  3. CDB: CDB é como o Tesouro Direto, mas você empresta dinheiro para o banco. Depois de um tempo, o banco te devolve esse dinheiro com um extra.
  4. LCI e LCA: A LCI e a LCA também são como o CDB. Mas o dinheiro que você empresta vai para coisas de imóveis (LCI) ou para coisas de fazendas e agricultura (LCA).
  5. Fundos Imobiliários: Quando você investe em Fundos Imobiliários, você compra um pedacinho de vários imóveis. Depois, você recebe uma parte do dinheiro que esses imóveis geram.
  6. Ações: As ações são pedacinhos de empresas. Quando você compra uma ação, você compra um pedacinho de uma empresa. Se a empresa vai bem, você ganha dinheiro. Mas se a empresa vai mal, você pode perder dinheiro.
  7. ETFs: ETFs são como cestas cheias de coisas diferentes. Dentro da cesta podem ter ações, imóveis, moedas de outros países, e muito mais. É um jeito fácil de investir em várias coisas ao mesmo tempo.

Começou agora? Evite essas compras

Se você está começando a investir, algumas opções podem não ser as melhores para você. São elas:

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  1. Mercado Forex: Forex é um lugar onde as pessoas compram e vendem moedas de diferentes países. Parece legal, certo? Mas é muito arriscado. Você pode perder todo o seu dinheiro.
  2. Opções Binárias: Opções Binárias são como um jogo. Você aposta se o preço de algo vai subir ou descer. Se você acertar, ganha dinheiro. Se errar, perde. É muito arriscado e não é bom para quem começou agora.
  3. Criptomoedas: As criptomoedas, como o Bitcoin, são moedas digitais. Elas podem valer muito dinheiro, mas o preço delas muda muito rápido. Você pode ganhar muito dinheiro, mas também pode perder tudo.
  4. Ações de Empresas Desconhecidas: Comprar ações de empresas desconhecidas pode ser perigoso. Se a empresa não for boa, você pode perder todo o seu dinheiro.
  5. Produtos Complexos: Alguns produtos de ganhos são muito complicados. Se você não entender bem, pode perder dinheiro. É melhor começar com coisas mais simples.
  6. Oportunidades com Retorno Muito Alto: Se alguém prometer que você vai ganhar muito dinheiro rápido, desconfie. Pode ser um golpe. Lembre-se: se parece bom demais para ser verdade, provavelmente não é verdade.

Confira mais recomendações

Portanto, quer encontrar novas oportunidades de ganho? Confira a seleção de análises, mas também, recomendações e indicações preços-alvo para as principais ações e ativos da bolsa de valores brasileira aqui no Guia do Investidor!


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