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Volatilidade marca semana do dólar com PPI acima do esperado e falas do Fed

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Semana de oscilações para o dólar com dados do PPI e pronunciamentos do Fed, enquanto mercado nacional observa fluxo de capital estrangeiro.

O dólar teve uma semana instável, influenciada por dados do PPI nos EUA e falas do Fed. O mercado reagiu inicialmente com alta, mas depois recuou com as declarações dos membros do Fed, que indicaram a possibilidade de cortes de juros. No cenário nacional, o fluxo de capital estrangeiro mostrou saída devido à queda no diferencial de juros, mas o dólar se manteve estável devido ao fluxo comercial positivo. No fechamento, a moeda apresentou leve queda, encerrando a semana com um aumento mínimo.

Semana marcada por volatilidade cambial devido a indicadores americanos e comentários do Fed, enquanto Brasil busca atratividade para investidores

A semana do mercado cambial foi caracterizada por uma série de reviravoltas, refletindo as oscilações no cenário internacional e nacional. O dólar à vista encerrou a semana com movimentos laterais, tendo enfrentado um início volátil, impulsionado pelos números surpreendentes do Índice de Preços ao Produtor (PPI) nos Estados Unidos.

A reação inicial do mercado foi de alta, diante do aumento de 0,3% no PPI em janeiro, superando as expectativas. Esse cenário gerou preocupações com a possibilidade de pressões inflacionárias nos EUA, levando a especulações sobre uma resposta do Federal Reserve. No entanto, as declarações de membros do Fed durante a tarde amenizaram essas preocupações, ao reiterarem que esperam oscilações na inflação e discutirem a possibilidade de cortes de juros para conter possíveis excessos.

Raphael Bostic, presidente do Fed de Atlanta, e Mary Daly, presidente do Fed de San Francisco, sinalizaram a possibilidade de até três cortes de juros ao longo do ano, iniciando possivelmente durante o verão no hemisfério norte. Contudo, ressaltaram que tais decisões dependerão da evolução dos dados econômicos nos próximos meses.

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Enquanto isso, no cenário doméstico, as atenções se voltaram para as declarações de Gabriel Galípolo, diretor de Política Monetária do Banco Central, que destacou a aproximação do diferencial de juros entre Brasil e EUA a níveis historicamente baixos. Apesar disso, Galípolo afirmou que o Brasil continua sendo atrativo para investimentos.

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Analisando o panorama atual, observa-se um fluxo significativo de capital estrangeiro deixando o país, principalmente devido à redução do diferencial de juros. No entanto, o mercado brasileiro tem sido sustentado pelo fluxo comercial positivo, que tem superado as expectativas neste início de ano.

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Ao fechar a semana, o dólar à vista apresentou uma leve queda de 0,03%, cotado a R$ 4,9671, após flutuar entre R$ 4,9598 e R$ 4,9892. Na semana como um todo, a moeda registrou um aumento mínimo de 0,12%. Enquanto isso, no mercado futuro, o dólar para março mostrava uma queda de 0,15%, cotado a R$ 4,9730 às 17h04. No cenário internacional, o índice DXY recuava ligeiramente, enquanto o euro e a libra apresentavam movimentos moderados em relação ao dólar americano.

Preocupações com inflação nos EUA e ritmo de corte de juros pelo Fed levam Wall Street a encerrar semana em queda

Os índices das bolsas de valores de Nova York encerraram em baixa nesta sexta-feira, com investidores reagindo aos dados do Índice de Preços ao Produtor (PPI) de janeiro, que se revelaram mais robustos do que o previsto. Esses números alimentaram preocupações sobre a inflação nos Estados Unidos, o que gerou uma postura cautelosa entre os operadores do mercado.

Além disso, as falas mais moderadas de dirigentes do Federal Reserve em relação ao ritmo de cortes de juros durante o ano também influenciaram o desempenho dos índices. Há uma preocupação em evitar uma possível reaceleração da inflação, o que poderia exigir medidas mais drásticas para contê-la.

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O índice Dow Jones Industrial Average caiu 0,37%, encerrando o dia aos 38.627,99 pontos. O S&P500 cedeu 0,48%, fechando em 5.005,57 pontos, enquanto o Nasdaq perdeu 0,82%, terminando em 15.775,65 pontos. Empresas do setor de tecnologia, como Meta, apresentaram desempenho negativo, com uma queda de 2,21%.

Ao longo da semana, os índices acumularam quedas, com o Dow Jones, S&P500 e Nasdaq registrando respectivamente 0,11%, 0,42% e 1,34% de desvalorização. Paralelamente, os retornos dos Treasuries apresentaram avanços, com o juro do T-bond de 30 anos subindo para 4,4385%, o da T-note de 2 anos avançando para 4,6608%, o da T-note de 5 anos subindo para 4,28630%, e o da T-note de 10 anos avançando para 4,2821%.


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